Fantasma da Orquestra
Aquela figura negra que se senta no fundo da orquestra, o violino que se ouve ao longe na noite de espectáculo. Os bastidores da alma e do concerto que se leva nos ouvidos já bem depois de ter sido tocado. E treze fogos fátuos em cima da corda Lá.
30 de Julho de 2011

   Mais uma vez, o cenário é o mesmo. Eu deitada, ou sentada, na toalha a ler.

 

   O Código Secreto, da Priya Hemenway, é um daqueles livros que se eu visse à minha frente numa estante à venda, provavelmente lá continuaria e eu não me sentiria tentada a levá-lo para casa em vez de outros. Foi-me oferecido, e assim, li-o, porque geralmente leio tudo o que me dão para as mãos (salvo raras excepções). Apesar do título assim a dar para o sugestivo, não é um livro de ficção alla Dan Brown (se bem que... falo por mim, às tantas páginas dá para nos sentirmos como um Robert Langdon a vasculhar segredos na Mona Lisa), coisa que me deixou, por uns minutos, com o pé atrás. Só que eu estou mais habituada a esses livros do que às vezes me parece (e há uns que acabo mesmo por gostar deles).

   O livro fala sobre o φ - Phi (ou Fi). Que, para quem não sabe nadinha de nada, é uma constante real algébrica irracional, também conhecida, entre outros nomes, por Proporção Divina. Isto porque está presente na natureza e, aparentemente, em todo o lado. Nas conchas dos caracóis, nas folhas, nos picos dos cactos. Foi também muito usado na arte e arquitectura. E, adivinhem lá, as nossas amigas oitavas, quintas e quartas, intervalos perfeitos e mais bonitos, também estão ligados a isso. E espirais. E pentágonos. E o Homem de Vitrúvio.

   O livro tem muita matemática. Se gostam, leiam. Se não suportam a matemática, então é melhor pensar noutro. Se gostarem de teorias da conspiração, então este é daqueles para se ficar a ver o bendito do Phi até nos rolos de cozinha estampados da Renova (não estou a gozar. Há uns rolos da Renova com desenhos de ramos com folhas, e os ramos são espiralados... se lerem, perceberão).

   Foi interessante.

 

   A Guerra dos Mundos, de H. G. Wells, e sim esse de ficção, é outra coisa. Para começo da coisa, quem viu o filme (com o Tom Cruise no papel de pai galinha desesperado e estoicamente heróico para uma filhinha loira sempre de aparência inocente e doente), esqueça o filme. A única coisa que deve ser parecida, é o aspecto das máquinas dos marcianos, e o discurso na voz de Morgan Freeman. O livro passa-se na época vitoriana, século XIX, no Reino Unido. Está dividido em dus partes. A primeira parte, quando os marcianos descem à terra, é... calma. Mais calma que o filme. E isso aborrece muita gente, porque os ditos marcianos só usam o Raio da Morte e divertem-se a incendiar quem se atravessa no caminho. O narrador, um homem filósofo que nos relata os acontecimentos, deixa a mulher e tenta ele mesmo encontrar um abrigo para fugir daquelas coisas, demasiado avançadas para o Homem dar conta delas. Estão um passo acima na evolução.

   O verdadeiro desenvolver da expectativa está na segunda parte do livro, quando já estão sob o domínio dos marcianos e percebe-se o que é que os marcianos pretendem com os homens, ou melhor, o que é que eles lhes fazem. Não há tubos digestivos envolvidos, porque os marcianos não os têm, mas há... uma forma de alimentação.

   E ao mesmo tempo em que o narrador nos conta isso, ele está escondido com um outro homem numa casa em ruínas mesmo ao lado dos marcianos. Estão os dois em desespero, e o outro resolve desatar a berrar sobre Deus e o Apocalipse (lembrei-me de uma cena semelhante em The Mist), chamando a atenção antes do narrador lhe dar uma boa cacetada na cabeça e o deixar inconsciente. E quando ele se esconde no carvão com um tentáculo de marciano mesmo a roçar as solas dos sapatos...

   Chega a uma parte em que se perde a esperança na humanidade, e na possibilidade de esta, se existir, ser mais do que ratos escondidos no esgoto. Os homens são ali constantemente comparados com ratos ou coelhos quando estes eram caçados sem piedade por eles. Um adeus à existência de arte, cultura, possivelmente de conhecimento.

   Porém, e a coisa que os salva, é que não há imunidade contra as bactérias por parte dos marcianos, e estes sucumbem. Estavam condenados a tal mal tinham posto os pés na Terra e respirado o ar. A humanidade salva pelos microorganismos que ela desgosta, para os quais pagou com vidas de antepassados até aprender por si própria a ter corpo para lhes resistir.

   E eu dava tudo para ter ouvido a emissão do Orson Welles e o pânico que aquilo gerou.

 

   Vi o site da autora do primeiro e deu-me vontade de ler o que ela escreveu de Wicca. Além de estar com vontade de tentar encontrar Soul Music ou Maskerade do Terry Pratchett. Aliás, qualquer livro do Pratchett.

 

   Agora só tenho Indignação, do Phillip Roth, para ler, e ainda não lhe peguei. Ofereceram-mo no ano passado e ainda não lhe toquei. Nem sei o que esperar do livro, e por esquisitisse, ainda lhe estou a torcer o nariz. É um bom livro? Que outros livros recomendam?

Orquestrado por Violinista às 12:12
No momento, estou: Cansada
Música do momento: Birth - Rozen Maiden OST
Palavras soltas: , , ,
26 de Agosto de 2010

   Tenho o defeito de ler muito. Por isso é que sou constantemente recordada que leio demais para o meu bem (e vejo demasiadas séries, demasiados filmes, só não vejo demasiadas novelas porque por um qualquer motivo não suporto novelas). Nem romances. Se formos a olhar para a minha colecção de livros, só tenho dois que possa considerar romances: Chocolate, da Joanne Harris, e Um Violino no Telhado, da Jojo Moyes. E nenhum deles é daquele género de romance açucarado. E tenho o livro da Lesley Pearse que ainda não consegui acabar de ler... como é que eu o poderia ler, quando tenho Virginia Woolf e Tolkien para ler?

   Isto tudo porque eu dou por mim a pensar que há coisas que sinto, que mais parecem saídas de um livro. E não me orgulho disso. Não há motivos para me orgulhar de uma coisa que me faz sentir exactamente como o interior de uma máquina de lavar roupa.

   Cinco minutos. Cinco minutos é o suficiente para eu ver que gosto da minha família, gosto muito deles, mas começo a estar farta desta onda de "Everybody Loves Violinista", porque já começo a ficar sem reacção para tantos que gostam de mim. É o suficiente para eu questionar a minha imagem, o que tenho por dentro, o que tenho por fora e o que valho. O suficiente para ter medo, para duvidar de mim. E depois, tudo muda, parece que vem uma coisita de nada de esperança, e parece que as coisas estão bem, até à próxima queda.

   Mas, acima de tudo, ainda mais do meu orgulho, sinto-me sozinha. Estranho que eu me tenha isolado no meu quarto, e que cada vez menos confie nas pessoas. As pessoas parecem muito boas nos livros, ou nos textos. Quem lê alguma coisa, a não ser que a personagem lá estampada seja o típico vilão com cara de mau, inteligência de mau e bigode de mau no caso dos homens, beleza fatal de má no caso das mulheres, fica a pensar que as pessoas são boas. Tão interessantes. Sim, têm interesse na vida real, mas são poucas, e até mesmo estas poucas são como as roseiras do meu quintal: muitos espinhos à volta e botões de rosa escondidos no interior. E eu sei que também sou assim.

   Eu gostava de saber quais são os meus botões de rosa. O meu esplendor escondido. As flores que um dia alguém tentará ver, se eu tiver a sorte de levar alguém a tentar ultrapassar os espinhos para ver o que tenho de melhor. Mas eu não sei quais são os meus talentos, o que valho. Tenho medo do que possa descobrir em mim própria. Que tenho as rosas da cor errada. Que não queria aquelas, queria outras.

   Ou que não tenha nenhuma.

 

   Por outro lado descobri que não tocar por mais tempo me está a deixar irritadiça. Já nem o computador serve para aplacar a vontade. A vontade que eu tinha era a de passar o dia inteiro naquilo, aliás, fazer como fazem em Nodame Cantabile e ficar a noite dentro mergulhada naquilo. Mais, e mais, e mais, e mais, e mais... até que os vizinhos do bairro inteiro odeiem violinos.

Orquestrado por Violinista às 00:10
No momento, estou: Tão estranha.
Música do momento: The Wizard - Blind Guardian
20 de Julho de 2010

   Chega o Verão, e é vê-la, Violinista, a alapar-se numa toalha de praia que, muito provavelmente, não é a sua, e a ler um livro. Nem vai para um mergulho. Primeiro vai andar no areal até cansar as pernas, e depois vai ler. Agora, então, o tempo para ler é bastante. Esta é a minha realidade, neste momento.

 

   O primeiro foi O Mistério da Estrada de Sintra, de Eça de Queirós e Ramalho de Ortigão. Eu gosto de Eça, e desde o dia, há mais de um ano, em que eu fiz o roteiro queirosiano com a escola, que sentia curiosidade por esse livro, referido a meio do dito roteiro, que então se focava mais n' Os Maias, e o ambiente à volta desse livro. Calhei a descobrir este num serão em que procurava livros no livreiro da sala.

   Para já, este livro não é um livro como a maioria que eu li, e que estão habituados a ler (acho). É um livro que, na verdade, vem de um romance folhetinesco, com tudo o a que os escritos desse género têm direito. Para os que não sabem, os folhetins, ou romances folhetinescos, eram aqueles de capítulos mais curtos, publicados numa coluna num jornal, destinados e ao alcance do público em geral. Os mais irônicos podem agora dizer que é do género das telenovelas. Sim, em parte, é.

   O Mistério da Estrada de Sintra tem romance, tem amor impossível, adultério, tem uma história com um mistério que só se resolve no último capítulo, uma narrativa que nos prende a respiração e obriga-nos a tentar ser detectives por um momento, para tentar desvendar o mistério. Os capítulos, ou melhor, cartas e relatos, são mais curtos que um capítulo de outros livros de Eça, mas valem a pena.

   A história começa com dois amigos, que são raptados numa estrada a caminho de Sintra. Três mascarados levam-nos para uma casa onde está, nem mais nem menos, um cadáver de um homem. A partir daí, são tiradas conclusões, e desfeitas, de maneira a tentar descobrir quem é esse homem, quem o matou, quem são os três mascarados e onde estão eles. A maioria das personagens não tem nome, são tratadas por siglas, ou por reticências. E até ao último momento, está tudo envolto em segredos e mistério.

 

   O segundo livro devorado foi um dos meus prémios ganhos no concurso. De José Luís Peixoto, autor que não conhecia mas pelo qual já me interessei e espero conseguir deitar a mão ao Cemitério de Pianos, tenho nas mãos Uma Casa na Escuridão.

   É um livro bastante bonito. Tem uma escrita lírica, em que não há separação entre os diálogos, poucos, e o discurso narrativo, tal como nos livros de Saramago. Mas, enquanto nos livros de Saramago existe ainda uma maiúscula a indicar a mudança, neste livro nem os nomes das personagens têm direito a ter maiúscula. Limita-se tudo á musicalidade das palavras, e ao desenvolver próprio da história.

   Temos o narrador, um escritor que vive com a mãe e a escrava Miriam, sua meia irmã filha de um romance entre o pai e uma escrava. A casa em que vive parece quase morta porque a mãe desistiu de viver. É nesse ambiente que ele fecha os olhos e descobre, dentro de si, a mulher mais bela que já alguma vez vira, o seu amor. Escreve sobre ela. Surge depois o Senhor Violinista, e com ele vem a Música, que rejuvenesce a mãe. Um velho amigo de infância regressa. Por breves momentos parece que está tudo bem, até acontecer algo. Como as invasões, que provocam a destruição e a mutilação dos personagens (eu li partes que me arrepiavam toda. Uma delas então, foi o mesmo que ter cubos de gelo a atravessar as costas.), e, mesmo assim, estas não desistem por completo (excepto a mãe).

   É um livro triste, sobre a desolação e o desespero humano, acredito. Este livro retrata, sobretudo, a profundidade do sofrimento de uma pessoa, seja privada de amor, conhecimento ou qualquer outra coisa. Nota-se, ao longo da leitura, um constante abandono e apodrecimento, como pó a acumular-se ao longo do tempo, que é estranho no modo de avançar. Há períodos de extrema escuridão. Há períodos de luz. Tal como na mente humana, nos sonhos, nos desejos e nos dissabores. É um livro que permite e não permite sorrisos, em que se há alguma coisa que esteja bem, nos cinco parágrafos seguintes vai cair por terra.

 

   E falei, falei... não sei se falei demais. Recomendo qualquer um dos livros, o primeiro por despertar o interesse no mistério e o segundo por ser um livro mais desenvolvido em todos os aspectos. E agora, como não trouxe mais livros atrás, restam-me apenas duas opções: reler Harry Potter e a Câmara dos Segredos e Malefícios, ou ir em frente e ler já O Sillmarillion, perdendo o prazer que estava a ser ler O Sillmarillion no Conservatório.

Orquestrado por Violinista às 15:57
No momento, estou: De tanto ler a querer escrever
Música do momento: Kiss me, oh kiss me - David Fonseca
16 de Junho de 2010

   Arrumar. Separar os livros. Mensagem, a guardar com os favoritos. Não sou muito dada a nacionalismos, patriotismos e epopeias, ou, como diz o meu pai a resmorder, "salazarismos", mas gosto da escrita de Pessoa. Memorial do Convento? Para junto dos outros. Sei que muitos engraçaram com este livro, eu simplesmente encolho-lhe os ombros. Apesar disso, a pergunta da Blimunda, acho que a acertei e que me correu muito bem.

   Todos a dizerem que não queriam Lusíadas, e o que saíu? Lusíadas. Eu já conhecia esta faceta sádica da vida, mas, parabéns fortuna, hoje superaste-te (e agora recordo-me da piada da "senhora Carmina Burana"). Acho que me saí bem no exame, mas tenho medo que me descontem muito se não tiver acertado lá nas ideias deles de interpretação de Camões, e porque excedi um bocadinho do limite de palavras na composição que, a propósito, tinha um tema daqueles que eu nem gosto lá muito. Mas eu tenho este defeito, que é o de escrever, escrever e escrever, horas a fio a debitar sobre um tema qualquer, goste ou não. E desta vez não me apeteceu mesmo nada cortar o que lá tinha escrito. Era a última vez. Por isso, abaixo com o corte. Se me vão descontar, pronto, reconheço isso, mas estou farta de me cingir a estas regras que me cortam. Rebelei-me.

   Como dizia o meu explicador de Matemática, eu sou uma "revoltada silenciosa".

   Felizmente há Luar! para os livros favoritos. Apesar de hesitante, vá lá, até gostei de todo aquele ar de revolta e luta contra a opressão presente no livro. Apesar de ser um texto dramático, e quem me conhece, bem sabe como eu tenho tendência a não gostar de histórias sem descrição nenhuma (se bem que seja mais nos textos de internet, só de diálogo e mais diálogo cibernético e sem sentido, sem plástica nem musicalidade nenhuma no texto), vai para aí.

   Arrumar os manuais de Português. O caderno. Juntar-lhe o exame, e a folha de rascunho fica fora, porque rabisquei um desenho e uma pequena passagem de escrita descomprometida nele.

   Hoje fui a coro. Engraçado. Riamo-nos, revoltamo-nos contra a gaita-de-foles que tocava lá em cima, cantámos de olhos fechados, sem nada nas mãos, a ver se assim finalmente nos desprendiamo-nos ainda mais. Vou ter saudades, até de me sentir rebaixada por aquela mulher. É que pode não parecer, mas ela fez-me crescer com isso. Mais até do que eu imaginava.

Orquestrado por Violinista às 20:04
No momento, estou: Com dores de estômago.
Música do momento: As de coro, venho com elas na cabeça.
Palavras soltas: , , , ,
31 de Maio de 2010

   Tinha eu oito ou nove anos, e os meus pais levaram-me ao Feira Nova (quando este ainda era giro e se chamava Feira Nova), para umas compras. E, lá pelo meio, negociaram, e deciciu-se que me iam comprar um livro. Eu, nessa altura, já com a colecção Os Cinco lida e relida, não podia estar mais de acordo. Portanto, juntámo-nos à frente da imensa prateleira dos livros, para escolher um.

   Eu estava indecisa entre um livro com um menino a segurar a cauda de um pássaro vermelho na capa, e outro com o mesmo menino, às costas de um hipogrifo. Acabei por escolher o último, e fazer os meus pais prometerem que iríamos voltar pelos outros todos. Mal eu sabia que levava na mão, contente da vida, o meu primeiro Harry Potter, Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban. E que a partir daí, começava uma febre autêntica pela saga. Ao ponto de eu esturrar dinheiro com todos os livros, filmes, jogos, tentar comprar os bonecos, passar noites quase em claro a ler, querer ir acampar às portas das livrarias em vésperas de lançamento, fazer downloads compulsivos da banda sonora dos filmes. Tenho todos os livros lidos e relidos, o último livro da saga em inglês e em português, tenho Os Contos de Beedle o Bardo, tenho os três primeiros filmes em dvd original, e os dois primeiros em vhs, tenho os três primeiros jogos para pc, e a Ordem da Fénix para GameBoy Advance, tenho um peão branco, um galeão (moeda do livro), um vira-tempo, um cabide e um poster gigantesco colado na porta do quarto. Pintei uma cicatriz em forma de raio na testa de um palhaço loiro que eu tinha (ahahah... alguém percebeu o inuendo?).

   Sim, eu era o autêntico produto da geração Harry Potter, e orgulhava-me disso. Ainda me orgulho. Tenho saudades do tempo em que escrevia como personagem dentro do mundo dos livros, e que havia mais fama e mais publicidade à volta dos livros. Tenho saudades dos tempos de ouro de Harry Potter.

   Eu estaria mais calma, mas alguém ressuscitou a minha paixão pela história. E hoje, grandinha, animada da vida, lá fui eu toda satisfeita... comprar um porta-chaves de Harry Potter. Alguém adivinha onde está ele agora? Isso sim. Pespegado na mala do violino, assim como o porta-chaves do ET que brilha no escuro. Este é uma espécie de brazão, azul e dourado, com uma imagem da Hermione. E ainda por cima, tive desconto na compra, e saiu-me muito mais barato do que estava à espera. Acho que foi porque não há quase ninguém, ou ninguém mesmo, que lá vá por uns porta-chaves de Harry Potter.

   Diz o psicólogo que eu estou com outra cara, outra atitude. Não acho é que vá durar muito.

Orquestrado por Violinista às 17:37
No momento, estou: Pottermaníaca
Música do momento: Harry Potter Soundtracks - John Williams

Violinista, C. S. L. Stradivaria. 19. Nº 5. Nº 13. Pseudo Violinista. Estudante. Nerd. Chapeleira. Vitoriana. Dandy Lolita. Incerta. Inconstante. Sonhadora. Inteligente. Invisível. Tímida. Imprevisível. Intelectual. Estranha. Deprimida. Lacrimosa. Egoísta. Respondona. Obcecada. Cínica. Anti-social. Teimosa. Orgulhosa. Calada. Perfeccionista. Louca. Baixinha. Ridícula. Original. Solilóquio em Celulóide. Violino. Música. Letras. Notas. Pautas. Relógios de Bolso. Cartolas. Magia. Paranormal. Roxo. Vermelho. Raposa. Coruja. Melro, Corvo e Pêga. Cisne. Pássaro de Fogo. Chocolate. Chuva. Quinta Dimensão. Submarino Amarelo. Petrushka. Viajante do Tempo. Extraterrestre. Fantasma.
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