Até aposto que vocês estão mortinhos para saber como eu sou.

Assim. Ahahahahahahahaha.
Vá lá, o que é que imaginavam?
Até aposto que vocês estão mortinhos para saber como eu sou.

Assim. Ahahahahahahahaha.
Vá lá, o que é que imaginavam?
Hoje soube que um amigo meu, e pessoa de quem eu gostei muito, entrou num curso de universidade. No curso de universidade que ele queria, espero. Nada é mais custoso que um curso que não se quer, no meu entender. Pois que também no meu parco entender está que ele gosta do curso, e assim sendo, boa sorte para ele. Desejo-lhe sorte, felicidade.
Ao contrário dele, outros amigos, da mesma altura e anteriores, revelam-se agora o tipo de pessoa com quem eu não gosto de estar. Não sei bem porquê, mas estou a notar tons de arrogância no que dizem. Não percebo. Ou percebo e estou a semicerrar os olhos para não ver. Por momentos parece-me que se acham superiores ao resto do mundo por estarem no curso que estão, em Lisboa, e que são melhores, e mais espertos, e mais inteligentes. Até podem ser. Não invalida que eu não goste dessa atitude e me pergunte como é que pude ser amiga de pessoas assim, ou pior ainda, como é que me querem comparar a pessoas assim e querem que eu seja assim. Nem gosto do curso, e com esta reacção por parte das pessoas, ainda menos.
Soube ainda que esse meu amigo está na mesma turma que uma pessoa que desde a primária que foi desagradável comigo. Uma daquelas miúdas, que outra coisa não se lhe pode chamar, mimadas, egoístas, fúteis, parvas. Mas a essa, não lha perdoaram. Rapidamente me disseram que circulam boatos do "quão boa é" pelos ouvidos de quem por lá anda, e assim sendo, sou levada a concluir que essa miúda não mudou uma única vírgula desde o primeiro ano de escolaridade. Sem falar num idiota que me gozou durante cinco anos seguidos (três anos a sério e a doer, os dois últimos anos como uma vozinha de fundo com tanto valor como um palhacinho), que nem o secundário concluíu, trabalha hoje no Pingo Doce (ATENÇÃO: nada contra o trabalho. É bom, faz bem a todos.), acontece que eu não gosto nem do fulano, nem do estabelecimento, e no que toca à fama que tem, parece que também já não anda nas boas bocas do mundo.
Eu até posso ser muito estúpida, e não perceber nada da vida, mas não foi nunca uma opção da minha vida massacrar alguém quando sei que vai haver sofrimento. Nunca fui de magoar ninguém intencionalmente. Posso já o ter feito sem querer, e geralmente baixo a cabeça e peço desculpa. Portanto, não percebo estas atitudes destas pessoas, que parece que têm prazer em pisar os outros e parecer mais do que são. Pura estúpidez. Não perceberam ainda que já chega, não querem ver-nos nem estar connosco, vão para outra freguesia.
Que, bom, a mim deixam-me um dia meio mal impressionada com as vossas atitudes, no dia a seguir esqueci-vos, agarrei nas vossas memórias e gravei concertos por cima delas.
Uma bloggeira, cujos blogs recebem um porradão de comentários, que escreve histórias, essas ditas que são mais comentadas que a mulher da fava rica. E diz que a história está num "decomento".
Num decomento.
Deve ser isso que me está a faltar. Quando eu tiver um decomento, terei então o verdadeiro e único talento. É isso?
Na última aula do ano descobri que:
- A minha almofada é das melhores, porque é de metal ligeiramente maleável, ou seja, dá para moldar, apertar e ajustar. Ou seja, eu tenho na realidade a opcão "Toda Pro e mais Barata". É a primeira vez que estou assim com alguma coisa do meu material. E as de plástico esfanicam-se todas, desmontam-se em cima de nós e dão um medo terrível não vá aquela coisa partir-se ou desmontar-se.
- Em Montemor as cordas Dominante são quatro ou cinco euros mais baratas. Bolas. Porque é que eu não vivo num lugar mais barato?
- O canal Panda pode ser extremante instrutivo para iniciantes.
- A turma de violino nunca é convidada para a festança. E acho que ele vai reclamar, e criar umas audições de Natal só para nós, porque está com vontade.
- Há erva príncipe ali ao lado. Boa, parece que chá príncipe já temos (só falta a máquina de café).
Qual é a mensagem que o nosso subconsciente nos está a enviar quando temos um sonho para lá de bizarro, com mudança de personagem, um Zingari Heifetz e o volume 7 do Suzuki com uma música chamada "Laranjinha"?